Adora desfrutar das delícias que só uma loira bem gelada pode proporcionar e sonha em ter seu próprio quiosque na beira da praia [precisa dizer mais?]
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Esse post é um relato de um paulistano que passou o carnaval em Juquehy e é o primeiro da série de posts sobre o carnaval pelo Brasil afora. Espero que gostem.
A praia de Juquehy faz parte da cidade de São Sebastião-SP e fica a 35 km de Bertioga, 50 km de Santos, 30 km do centro de São Sebastião e 150 km de São Paulo, entre a Barra do Una e a Praia Preta.
A praia possui águas muito claras com uma tonalidade azuladas e esverdeia, de deixar qualquer um boquiaberto com a beleza. A areia é fina e branca, daí o nome Juqueí, que significa areias cantantes, porque ao caminhar por ela é possível ouvir um “som característico”, nesta época do ano o mar ali é muito calmo e com poucas ondas, sendo possível facilmente adentrar ao mar ficando com água até o pescoço e ainda conseguir visualizar seus pés lá em baixo.
Como a praia fica distante do centro da cidade, ela desenvolveu uma boa infra-estrutura própria, além de possuir inúmeras casas de alto padrão (Por lei é proibida a construção de prédios).
Para aqueles que gostam de esportes náuticos esta praia é ideal, pois possui várias ilhas em sua proximidade.
O programa era descer para a praia com amigos para o carnaval, depois de tudo acertado e a casa já paga, começamos o planejamento das compras (principalmente as de bebidas).
Quinta-feira, que antecedeu o final de semana do carnaval, fui eu e mais um amigo ao supermercado e em dois minutos estávamos com um carrinho cheio, apenas de cerveja e tivemos que buscar outros para colocar o restante das compras.
Além de muita cerveja, levamos garrafas de três diferentes vodkas e uma de whisky.
Como nesta viajem fui com apenas um amigo no carro, entupimos o porta malas com as bebidas….não sobrou espaço para as malas, que foram no banco traseiro.
Para não perder o costume do povo paulistano pegamos aquele congestionamento na saída da cidade. Algo em torno de 40 minutos para andar apenas 5 km, mas passada este início tumultuado o restante da viagem foi tranquila.
Um aviso para os apressadinhos, na descida da serra em um ponto impossível de realizar ultrapassagens e com certo congestionamento, eu presenciei uma das cenas mais esdrúxulas que poderia relatar. Um espetinho de Astra achou que chegaria a praia 5 minutos antes se entrasse na contramão e ultrapassagem alguns carros, mas o que ele não sabia, era que a uma curva dali estava vindo na outra mão um carro da polícia rodoviária, só sei que via a luz de freio do carro a mil para parar e não bater de frente na viatura.
Bem, já no litoral e dando inicio a um carnaval regado a muita cerveja e vodka, começamos com o estoque que trouxemos…mas a praia oferece vários barzinhos para os que preferem mais agito.
Minha recomendação é o Chopp com Escama, que apesar de rústico possui um povo em diversificado e com som ao vivo. Dizem até que o Tomate (aquele do sexteto do Jô) aparece por lá de vez em quando. Bem, enquanto estive lá ele não apareceu…..mas não me importo vim para beber, cair e levantar.
Na verdade não vi carnaval de rua ou outras manifestações características da época, o que foi interessante já que não sou muito chegado nas alas carnavalescas, no máximo eu vi um pessoalzinho fantasiado e só. De qualquer forma o bicho pegava mesmo era nos barzinhos. Que por sinal possuíam muita gente bonita.
Desta vez tivemos drinks especiais preparados pelo Aroldo. Seguem as receitas:
Mistura tudo e coloca em um copo com muito gelo.

O preparo da Ventuinha.
Ambos fizeram sucesso, pois agradam o paladar feminino sem deixar de lado a potencial alcoólica da vodka e do whisky.
Para eu, um nobre trabalhador paulistano e sua vestimenta diária característica, terno e gravata, não poderia possui outra cor de pele, senão a branco escritório em um tom quase transparente, e aí, que reside o problema, mesmo com protetor fato 30 e 50, não teve jeito. Três dias de sol intenso e sem nuvens causam estragos quando você quer tomar aquela cervejinha a beira-mar.

Antes

Depois
Agora, estou vermelho camarão e em processo de troca de pele.
Na terça-feira o sol sumiu e a chuva reinou. Até demais, então subimos a serra deixando para trás muitos momentos de alegrias compartilhados com amigos, cerveja e muito sol.
Amizades renovadas e regadas com muita bebida e sol. Desta vez não tivemos nenhum fato esdrúxulos, com os caras vomitando e etc, no máximo falando mole e gaguejando, mas mesmo assim foi muito divertido.
A praia é fantástica e com muita gente bonita (recomendo).
É galera, fim de bagunça e o ano começa em definitivo, então vamos brindar.
Adora desfrutar das delícias que só uma loira bem gelada pode proporcionar e sonha em ter seu próprio quiosque na beira da praia [precisa dizer mais?]
Outros artigos escritos por Allan Bic Jr.
Leandro balbuciou no dia 03/Mar/2009 às 13:16
eu imagino o barulho de ventuinha que deve ficar fazendo na cabeça do cidadão que toma isso ae huauhauhaua
Carnaval em São Paulo | Papo de Bêbado. Sua revista oficial sobre Bebidas Alcoólicas. balbuciou no dia 03/Mar/2009 às 17:40
[...] post é o relato de um paulistano que passou o carnaval em São Paulo, continuando a série de posts sobre o carnaval pelo Brasil [...]
TOTAL ALIEN balbuciou no dia 04/Mar/2009 às 10:48
Litoral norte é ÓTIMO !!!
Allan Bic Jr. balbuciou no dia 04/Mar/2009 às 14:53
@Leandro, o barulho é forte, mas só no dia seguinte(sabe, aquela ressaca..eheeh)
@Total, foi a primeira vez que fui ao litoral norte e foi muito legal, vou voltar mais vezes com certeza, digo com cerveja.
[]’s
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