Designer gráfico e desenvolvedor web, apaixonado pelo néctar dos deuses, por aquilo que Benjamin Franklin descreveu assim: "A cerveja é a prova viva de que Deus nos ama e nos quer ver felizes."
Acompanhe os artigos deste autor via RSSSeção(ões): Colunas, Mestre Cervejeiro
Quinta-feira à noite, voltando para casa após o trabalho, me lembrei que precisava comprar algo para comer, decidi então dar um pulo em um lugar que combina duas coisas que gosto muito, pães e cervejas, a Tortula, uma padaria que fica no bairro do Brooklin, em São Paulo. Muito me haviam falado do lugar, mas eu nunca havia ido lá, embora more bem perto.
Na Tortula, antes mesmo de escolher o que levaria, de comida, para casa, já estava diante do refrigerador, boquiaberto, apreciando a enorme quantidade de cervejas, de todos os tipos e lugares do mundo, que eles tem. Nesta rápida ‘olhada’ me apaixonei por duas deusas que resolvi trazer para casa e experimentar.
A primeira delas vem lá da minha cidade, Belo Horizonte, que diga-se de passagem tem produzido excelentes cervejas, a que trouxe para experimentar é uma Wäls Trippel. A Wälls [pronuncia-se vols], tem outros dois tipos de cerveja, uma pilsen e a dubbel, escura, além do chopp — mas esse, que eu saiba, só em Belo Horizonte mesmo– que são igualmente boas, mas por enquanto vamos falar apenas da Trippel.

As 3 irmãs da familia Wäls.
Foto: www.choppwals.com.br
Alaranjada de espuma densa e que demorou para baixar no copo, é uma cerveja com sabor forte, e teor alcoólico alto, 9%, mas ainda assim saborosa, muito saborosa. O aroma é adocicado e o sabor de um doce cítrico único, uma excelente cerveja.

foto por: Bernt Rostad – some rights reserved
Além da mineira Wäls, não resisti e também trouxe uma Jenlain Ambrée, uma excelente francesa, de cor âmbar escuro, uma bière de guarde [cerveja de guarda], fabricada com três tipos de malte e três de lúpulo, combinados de forma perfeita. O aroma, logo que levei o copo à boca, me lembrou as balas tofee que comia quando criança. O sabor é forte, com uma clara conotação de álcool, e o teor alcoólico é de 7.5%.
Ambas as cervejas são de alta fermentação, que já falei sobre neste outro post. Combinei as duas com um ótimo pão preto acompanhado de um patê 4 queijos.
A noite de quinta-feira não poderia ser, cervejeiramente falando, melhor.
Designer gráfico e desenvolvedor web, apaixonado pelo néctar dos deuses, por aquilo que Benjamin Franklin descreveu assim: "A cerveja é a prova viva de que Deus nos ama e nos quer ver felizes."
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Patricia balbuciou no dia 13/Aug/2008 às 14:13
O/a Tortula é relativamente prox. a minha casa, sempre tive vontade de ir mas sempre falta companhia.
Agora mais do que nunca fiquei afim de ir lá.
Dono do Bar balbuciou no dia 13/Aug/2008 às 16:29
Já dei um pulo no Tortula e achei sensacional. Vários tipos de cerveja. Fiquei perdido e quase falido
Dá próxima vez, agora sabendo que você mora perto, te convido Paty
Bucovisque balbuciou no dia 19/Sep/2008 às 9:43
Moro bem longe do Tortula, no ABC paulista. É triste. Mas já tive a oportunidade de passar por lá.
Fiquei meio besta. Me senti na Disneilândia da cerveja. Nem conseguia prestar atenção na conversa que rolava na mesa. É um lugar impressionante, com exceção da pizza que é bem fraquinha.
Não conhecia estas cervejas. Vou tentar comprar (praticamente impossível por aqui), principalmente a mineira. Se alguém puder me enviar umas eu aceito. rsrsrs.
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